Quinta-feira, 31 de Maio de 2012

Nem só os cucos logram do trabalho dos outros

Ás vezes perguntamo-nos se valerá a pena.
Dedicamo-nos de corpo e alma às coisas, às causas, às pessoas em detrimento da vida pessoal que, simultaneamente, esquecemos que tínhamos para viver. Depois, depois paramos; olhamos em redor; e, incredulamente, lamentamo-nos por não ter sido suficente o esforço ou por não termos merecido não um agradecimento, não o reconhecimento, mas apenas, e tão só, o respeito. Enfim...

 

As feridas que ora me doiem são relacionadas com o exercício de funções de dirigente associativo. Permitam partilhá-las em tom de desabafo.

Vivemos um período em que alguns protagonistas – com maus papéis no mundo do futebol amador – arquitectam e executam manobras deploráveis, marcadas pela mentira e pelo aliciamento calunioso de crianças e jovens jogadores, pondo em perigo todo um projecto formativo e o trabalho diligente de técnicos empenhados.

Isto ganha ainda maior relevo quando o clube que vê os seus jogadores partirem sofre diariamente com as problemáticas da interioridade e da periferia e, bem assim, resiste e persiste na demanda de garantir oferta desportiva às crianças e jovens residentes nesse território onde está inserido.

Mais: mais grave se torna quando se fazem análises de contexto, se identificam pontos fracos e pontos fortes, ameaças e oportunidades, se define uma estratégia e se elabora o respectivo plano, se integram técnicos com formação superior na área, se melhora a oferta, se faz o diagnóstico de capacidades inatas e se desenvolvem competências, se constroiem jogadores e... quando damos conta, a troco de mero paleio se aliciam essas crianças, falando directamente com elas, desprezando o tal clube, os encarregados de educação, deitando fora todo o investimento, a troco de nada.

A minha área (leia-se Desporto) não é esta, mas creio que há maus protagonistas nela e que, por isso – aliás tratando-se de mercenários, quase todos eles – vão prejudicando muito o bom trabalho que se faz.
Menos um elemento em cada equipa pode pôr em causa a participação desse escalão e, dessa forma, que os seus pares possam participar em competições oficiais. É preciso ter isso em conta.
Se não é evidente, então talvez seja necessário denunciá-lo nas assembleias gerais das associações, federações, na opinião pública, por aí...
cogitado por vics às 23:21
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

O funcionário público e o assessor

Empresário: Bom dia Sr. Eng., há quanto tempo ??!!!
Ministro: Olha, olha, está tudo bem?!
Empresário: Eh pá, mais ou menos, tenho o meu filho desempregado tu é que eras homem para me desenrascar o miúdo.
Ministro: E que habilitações ele tem?!
Empresário: Tem o 12.º completo.
Ministro: O que ele sabe fazer?!
Empresário: Nada, sabe ir para a Discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
Ministro: Posso arranjar-lhe um lugar como Assessor, fica a ganhar cerca de 4000, agrada-te?!
Empresário: Isso é muito dinheiro, com a cabeça que ele tem era uma desgraça não arranjas algo com um ordenado mais baixo?!
Ministro: Sim, um lugar de Secretário já se ganha 3000 ...!
Empresário: Ainda é muito dinheiro, não tens nada volta dos 600/700 ???
Ministro: Eh pá, isso não! Para esse ordenado tem de ser Licenciado, falar Inglês, dominar Informática e tem que ir a concurso...!!!

cogitado por vics às 12:28
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Baixa cristas, parte ovos e mata galinhas

Nesta ponta periférica, cauda dos outros muitas vezes e porta de entrada quando interessa aos mesmos, lá vai o porteiro entregando a chave ao amigo do alheio.

Vinte anos depois a história repete-se: na obstinação de ser o bom aluno, a mero interesse único do professor, já nos fez entregar quotas de agricultura, de pescas, eliminar o sector produtivo, e agora, o ataque à pecuária.

 

Onde estará o erro? Nos Ovos, nos ditos por onde eles saiem, nas galinhas, na Mercozy ou na Cristas.

Começo a ficar fartinho!!!

Pois, ovinhos que eu ponha nem um que Eles comem!

 

 

cogitado por vics às 01:01
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

Atónito, logrado e liquidado

Vivemos tempos difíceis, onde gente de má índole traça caminhos sinuosos e nos embebeda de ódios e nos encanta com verdades podres.

É num sentimento misto de perplexidade e arreliação que me encontro na ínfima condição de minúscula personagem espectadora e impotente, perante o contexto, o guião e o desfecho antevisto da peça trágica em exibição, vivenciado que é o rumo a que nos leva a todos.

A irresponsabilidade e a despreocupação da antevisão dos efeitos e da amplitude das consequências, constantes naqueles que não querem absolutamente ser parte da solução e que escolhem o problema e o caos, vidrados no calculismo eleitoralista, na fome doentia de ser poder e no insólito e despropositado posicionamento egocêntrico, motivou-os apenas e tão só a optar por convergir no ínfimo ponto em que serviu para "chutar-nos para baixo".

Creio que é tempo de dizer em uníssono: BASTA!

Basta de mentiras e de estratégias de ‘partidarite’ medíocre! Basta! Há um país cá fora! Há pessoas fora das jogadas partidárias, dos interesses pessoais dos líderes dos partidos, e grupais das suas cúpulas, e dos eventualmente subjugados a quem aqueles devem favores! Basta! Há pessoas que continuam, reiteradamente, a ser o objecto, o alvo e o elo mais fraco dos actos e das decisões desses senhores! Basta! Basta de jogar barro à parede! Estamos fartos!

Basta!

Basta mesmo!

Lembremos Mahatma Gandhi «O erro não se torna verdade por se difundir e multiplicar facilmente. Do mesmo modo a verdade não se torna erro pelo facto de ninguém a ver.»

 

O Guião, as cenas e as interpretações de alguns actores merecem apenas um grito profundo e um só rótulo: insólito, ridículo e repudiável.

 

O sobe e desce do IVA:


O (des)conhecimento do PEC IV:

 

Quantos mais casos serão precisos?

cogitado por vics às 12:48
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Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Sintomático

O sr. Silva que na primeira série de episódios tentou, ainda que disfarçadamente, combater o Governo - leia-se isso nas entrelinhas dos seus discursos, nas margens dos seus comunicados e nas 'manobras' da sua casa civil e corjinha de boys - apresenta-se na segunda série com uma nova roupagem e performance.

Do discurso de vitória, passando pelo de tomada de posse até à recepção do seu delfim (líder da JSD aquando da sua liderança do partido) e ao súbito esquecimento, que aliás o atrapalhou e não permitiu ter dinâmica suficiente para acompanhar o problema e agir evitando a sua propagação, traz-nos a um ponto que merece uma análise interessada.

Constata-se que o sr.Silva perde a memória, tem dificuldade em executar tarefas que estariam à mercê de uma figura tão competente e com um curriculum tão singular, revela com frequência problemas de linguagem, tem perdido a noção do tempo e manifesta alguma desorientação, o descernimento para quem é economista e professor de finanças parece-nos cada vez mais fraco e diminuído, revela alguma incapacidade do pensamento abstrato e uma rotineira queda para o berço, creio que começa a trocar o lugar às coisas (a gaveta onde ficavam as escrituras das aquisições de imóveis, Belém com a Lapa e outras), tem manifestas trocas de humor e de comportamento (na campanha parecia tão dialogante e simpático, e agora????), e, conjugado com alterações na personalidade e com a perda de iniciativa, pergunto: não estará doente?.

Se analisarmos friamente este quadro chegaremos à conclusão que preenche os dez sinais de alerta ou os dez sintomas maois comuns da doença de Alzheimer.

cogitado por vics às 20:50
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Um beco pode ter saídas

Actualmente, vivemos num contexto de enorme vulnerabilidade a factos e factores externos, que influenciam grandemente as nossas vidas. As agências financeiras, os fazedores de opinião, as agendas de maus interesses conduzem-nos, a todo o momento, a espaços e a rumos que, noutro quadro, com outras condições, certamente, rejeitaríamos.

Esta situação em que nos circunscrevem(os) obriga-nos a encontrar a serenidade, a força e a determinação imprescindíveis para superar as dificuldades e garantir um futuro melhor.

Mais, se é isso que pretendemos – vencer as dificuldades e construir um futuro melhor – somos obrigados a mudar a nossa própria forma de pensar, de estar e de agir.

Mais do que nunca, é preciso criar sinergias, encontrar interesses colectivos e dar o melhor de cada um e, acima de tudo, estar à altura dos adversários e do próprio jogo – ninguém entra em campo para perder.

cogitado por vics às 20:11
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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010

O valor da peleja e a guera dos Valores

Genericamente, de pouco valem as guerras, seja qual for a sua dimensão e a eventual hipotética razão que lhes queiram atribuir.

Estabelecido um contexto de maniqueísmo, do Bem contra o Mal e dos bons contra os maus, motivador da força imprescindível para a luta, ainda que uns reclamem vitória, nas Guerras, assim entendo, não há vencedores. Cada parte perde uma sua parte e no epílogo já não somos aquilo que éramos aquando do prólogo.

E pensar que todas as guerras e conflitos se resumem à diminuta verdade lapalissiana de absolutamente desnecessários, resultado do detestável fornício do ódio e da má fé, gerados pela insensatez e paridos numa aquisição envenenada ao preço da uva mijona numa qualquer banca foleira de deambulantes e clandestinos vendedores de rancores, assumidamente profetas da desgraça (dos maus e dos bons, seja qual for a perspectiva).

Também nas contendas, os actos ficam para quem os pratica e a primeira bala não atinge apenas o alvo primeiro.

De que valerão afinal as guerras e quanto valerão os valores dos pioneiros das pelejas?

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cogitado por vics às 16:53
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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

A plenitude do todo

Ontem postei um pensamento digno de um registo num diário, tendo em conta a intimidade e a introspecção nele desenhada. Tal, mereceu o contacto de alguns amigos muito próximos manifestando preocupação e questionando-me o que escondia eu nas entrelinhas. Por isso, aqui estou para não só sublinhar o que ontem postei, como também para registar um apontamento como se de um sufixo se tratasse porquanto entre as linhas, as palavras e as letras não procurei enfiar, dissimular ou até ludibriar uma qualquer outra cogitação.

Em conclusão e explicação, saliento que ao postar um pensamento autocrítico sobre o que falo e o que penso, estaria, naturalmente, a manifestar incompreensão para com todos aqueles que ousam proferir palavras que não conhecem a significância e ofender-se a si e à inteligência dos outros sempre que falam tudo sobre tudo, autênticos monopolizadores o conhecimento. 

Falo claramente dos TUDÓLOGOS, aqueles que às vezes fazem ensaios sobre o deserto como se de um pântano se tratasse.

cogitado por vics às 20:58
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Formar para a vida

A vida é uma sala de aulas onde todos os dias se aborda uma nova lição, se aprendem novos conceitos e se adquirem novas competências. A formação e o desenvolvimento são contínuos, mesmo quando nos demitimos de explorar conteúdos e contextos e nos cingimos apenas à costumeira rotina empírica, onde, neste caso, indirecta e involuntariamente são apreendidos procedimentos e comportamentos.

Porém, a participação em acções de formação é determinante para a sobrevivência e para a percepção e acompanhamento dos tempos.

Ao longo da minha vida tenho dedicado particular atenção para esta matéria, tendo adquirido formação em várias e distintas áreas que sempre têm merecido o meu interesse e que muito me têm preparado para a abordagem e tratamento de vários assuntos essencialmente no domínio do secretariado, da comunicação, da gestão de recursos humanos, da formação de formadores e das autarquias locais.
São as competências adquiridas e desenvolvidas que me permitem perceber e ter opinião crítica sobre alguns assuntos, sempre com a segurança de falar somente daquilo que sei e saber daquilo que falo.
cogitado por vics às 13:22
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

O stress do SOL

A personificação do clima, quais clones, andróides ou robôs, tem colocado a Chuva, o Sol, o Frio e o Vento numa persistente luta por melhores condições laborais que nenhum sindicato conseguiria tão facilmente.

À margem da lei criaram um sistema de turnos para o presente Inverno, com rotação contínua de um dia de trabalho e a subsequente folga no dia seguinte. E então, tem sido assim: num dia estão ao serviço a Chuva e o Vento e noutro o Sol e o Frio. Ora, foi logo hoje, sexta-feira, em que estavam de turno a Chuva e o Vento, que o Sol movido por forças ainda não conhecidas insistiu trabalhar e cedo teve um esgotamento.
cogitado por vics às 11:34
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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

O Anticiclone... da Madeira

Ao longo de todos estes anos – apesar de estar bem consciente da necessidade da chuva – sempre fui preferindo as já desaparecidas ou atenuadas duas estações em que predominava o SOL.

Desde muito miúdo só não desejava mais dias de Primavera ou Verão, fosse qual fosse o mês do ano, pelo facto de ter familiares em Ginetes (Ponta Delgada) e de me terem dito que nos Açores tinham uma figura tipo monstro dos mares que castigava com mau tempo aquelas gentes para que as do continente tivessem SOL.

Actualmente, os tempos são outros e o SOL tem outro brilho e vem proporcionando outros dias e outros climas no continente e que sugere, pelos contornos, raios e intensidade que afinal é na Madeira que não haverá SOL.
 
Apontamento:
Os  Açores têm  um clima temperado marítimo. A latitude, a insularidade, o relevo e a corrente quente do golfo do México  são factores cuja acção conjugada determina as características  climáticas do arquipélago, em particular o seu regime termo-pluviométrico.  A variabilidade dos estados do tempo está também associada às oscilações em latitude do Anticiclone dos Açores  e das perturbações da frente polar .
 
Aproveito o ensejo para mandar um abraço amigo ao primo Manuel, esposa Maria e filhos Brigida, Sancho e Irina. 
 
cogitado por vics às 08:59
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Diferenças iguais!?

A influência da ciência, do racionalismo técnico e da tecnologia que permitem ao homem um domínio acentuado sobre a natureza, vem sobremaneira sublinhar a crise de valores, ou a contestação dos valores tradicionais, que filósofos, sociólogos e pensadores prologaram no ido século XIX, como sejam Marx, Nietzsche e Freud.

Contudo, uma sociedade do século XXI, moderna e plural, deve assentar em pilares fortes, robustos e bem alicerçados, garantidos pela liberdade, igualdade e democracia, ainda que tenham havido mutações de mentalidades e de valores.

Bem assim, pergunta-se se fará sentido entender como igual o que é diferente, se isso fará algum sentido e se tal não se assumirá como um claro desrespeito às diferenças.
 
Com o devido respeito, ainda que na lei possamos criar normas equiparadas para contextos diferentes não podemos considerar igual aquilo que é distinto.
 
O casamento poderá assumir várias formas – aberto ou liberal, arranjado, civil, de conveniência, morganático, nuncupativo, poliândrico, poligâmico, entre outros –, mas, na minha modesta opinião, mais do que um contrato civil, é um sacramento religioso e nunca pode abandonar esse conceito.
 
 
Apontamento 1
A maior parte das sociedades apenas reconhece o casamento entre um homem e uma mulher, pese embora também seja plenamente reconhecido entre pessoas do mesmo sexo – como se pretende agora em Portugal – nomeadamente na África do Sul, Bélgica, Canadá, Espanha, EUA (nos estados de Massachusetts, Connecticut, Iowa, Vermont e Maine), Holanda, Noruega e Suécia, assim como nalgumas confissões religiosas protestantes.
 
Apontamento 2
Aquilo que Nietzsche se propõe realizar é uma transmutação dos valores, criticando os valores tradicionais, sobretudo os morais fundados no Cristianismo. Aliás, proclama a «morte de Deus», isto é a morte dos valores tradicionais e da submissão do homem aos mesmos. Defende que, «o novo homem», ultrapassado o estado de crise de valores, é o criador de novos valores.
Por seu turno, Marx, critica os valores tradicionais, realçando as diferenças sociais, apontando a luta de classes como forma de superar as diferenças sociais existentes na sociedade.
Por último, Freud centra a sua crítica numa nova concepção do homem, valorizando o inconsciente na explicação do comportamento humano.
cogitado por vics às 03:09
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Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

Somos o que fazemos

Os valores, as dores e os amores que me marcam trago-os à “flor da pele” sem pejo, receio ou vaidade; faço-o, simplesmente, porque não tenho vergonha deles e por nunca sequer pensar que, alguma vez, pudessem criar preconceito ou simpatia de outros, e de grandeza tal, que levasse alguém a fazer o inimaginável, o inaceitável, o deplorável.

Sou católico e tenho os sacramentos todos até ao crisma; sou benfiquista (e sou sócio, o 150618); sou socialista (sou militante – o n.º 30209 – autarca e dirigente partidário); na Universidade fui estudante e dirigente académico; nas colectividades a que me associei fui sócio activo e muitas vezes também assumi funções de direcção. 
Não obstante, não sou fanático nem fundamentalista (politicamente, já votei em branco quando a campanha não foi esclarecedora e já estive contra a indicação do Partido. Recordo, a título de exemplo, quando subscrevi a candidatura de Manuel Alegre a Presidente da República, em que o PS escolhera outro candidato). 
Na vida e em cada momento e cada situação, tenho procurado sempre não confundir contextos, nem misturar sentimentos.
Em suma, sou aquilo em que acredito.
Nunca pensei, porém, que aquilo que sou criasse tal preconceito a terceiros que os levasse a agir num registo em que numa sociedade ocidental, em pleno século XXI e terceiro milénio, não tem o mais ínfimo cabimento e a eventual hipotética aceitação.

Aparte das demais diligências que sou forçado a tomar, hoje integro nas minhas rotinas diárias (e daquelas que realizo logo pela manhã), a necessária consulta da edição online do Diário da República, não vá alguém lembrar-se de ter publicado algo que me prejudique (ou beneficie; o que é mais improvável), voluntária ou propositadamente, e se tenha esquecido de me informar ou notificar.

 

 

Apontamento:
Já Eduardo Galeano nos presenteou da seguinte forma: «Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos».
 
cogitado por vics às 19:08
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Sinto-te

Ás vezes, não sei

se chegaste a partir

voltaste ao que amei

ainda estás para vir

ou simplesmente

teimas em não ir.

Sinto-te presente!

 

 

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cogitado por vics às 05:08
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

O Compromisso

Entendo que a nossa verdadeira importância decorre daquilo que os outros vêem, sentem, pensam, de nós. Por isso mesmo não me parece sensata a auto-análise não solicitada, e doentiamente reiterada, quando valorativa daquilo que achamos que somos e que achamos que tão bem fizemos. Aliás, a figura do "auto-elogio" é das coisas que considero mais insensatas, insolentes e manifestamente comprovativas de que os outros não atribuem importância suficiente para enfatizar ou valorizar as hipotéticas qualidades ou bons feitos dos que sofregamente 'atracam naquele porto'. Talvez por isso não aprecie muito autobiografias, em especial onde perdomina a adjectivação desenfreada.

 

Todavia, às vezes é preciso parar, reflectir e concluir sobre os nossos actos, sobre nós. Creio que aí, e se a conclusão for boa e se não 'embandeirarmos em arco', então não parecerá mal a ninguém se esboçarmos um sorriso e nos orgulharmos do passo dado.

Hoje, assim me sinto, contente pelo compromisso que assumi há um ano, dedicando o meu conhecimento, o meu pouco tempo e a minha determinação para ajudar o clube da terra a superar um momento e um contexto de notável dificuldade. E tenho muito orgulho de todos aqueles que se associaram a essa vontade, do trabalho dedicado que têm tido e dos resultados que vão aparecendo. E tenho também bastante orgulho dos jovens - objecto da nossa acção - que literalmente "vestem a camisola" e fazem acontecer o Monchiquense.

Assumi aquele desafio sob a missão «MAIS JDM: mais Juventude, mais Desporto, mais Monchiquense». E hoje? Hoje, voltaria a fazê-lo! Claro!

 

cogitado por vics às 04:23
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