Sinto-me farto como nunca.
Fartíssimo de ser cobaia das experiências e experimentações do Sinistro das Finanças.
Farto,
dos espamos insólitos do 'papa-pastéis' que dirige a pasta da DesEconomia e do Desemprego;
dos bitaites do professor guru dos tudólogos;
dos pentelhos do senil Catroga que aponta os fracos para pagarem a factura e se bate com quase 5 dezenas de milhar de euros em cima das pensões de reforma;
das parvoíces e afrontas de um bacouco que elegeram presidente de uma jota, que nem respeita juízes nem tribunais e que chama queixinhas a quem defende o povo;
de políticos preocupados só com a sua imagem e a sua carreira, com o tempero dos acepípes que morfam a todo o dia;
de um peso morto que alojamos e alimentamos num palácio em Belém;
dos discursos de um presidente que influencia a agenda dos partidos;
dos silêncios de um presidente sobre o rumo do país;
de Pedros Caldeiras, Joãos Rendeiros, Oliveiras e Costas, Dias Loureiros e de outros das mesmas Lojas;
de gabinetes perfumados a mofo e circunscritos a caves ou sótãos do Terreiro do Paço e que desconhecem o país real;
da sede de poder dos impreparados;
da decisão sem olhar a meios e a consequências;
da porra do "custe o que custar";
daqueles que se estão a lixar para as eleições e, consequentemente para os eleitores.
Fartinho mesmo!
Sinto-me farto da merda que é o sonho de Sá Carneiro tornado realidade!
Sinto-me farto da validade dos votos brancos se esgotar à noite eleitoral e de não conferirem mandatos.
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