Terça-feira, 16 de Março de 2010

Os artistas, o espectáculo e os espectadores

Todos pararam estupefactos com o que ouviram. Também eu o fiz. Mas depois de me debruçar sobre o assunto, confesso que não percebo por que razão é que ainda persiste alguém a mostrar indignação sobre a “Lei da Rolha”.

Aliás, quero entendê-lo como um momento de humor no tedioso congresso do partido, trazido pelo Enfant terrible que, gracejou suspender a Democracia por apenas dois meses, talvez no mesmo registo da líder que em tom irónico proferiu o desejo de suspendê-la por um semestre, ou seja a suspensão ora proposta é tão só um terço do que já fora alvitrado.

Enfim, tudo bons artistas e nós sem perceber o seu espectáculo.
cogitado por vics às 17:34
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1 comentário:
De ps a 24 de Março de 2010 às 13:52
o PS tem uma lei parecida (e é absolutamente patético ver aqueles socialistas que não abrem o bico sobre o caso PT/TVI a fazer agora um enorme banzé por causa da lei da rolha do PSD). No PCP, toda a gente sabe o que acontece aos "revisionistas". O CDS até já expulsou fotos de ex-presidentes. Em relação ao BE, esse anjo angelical, é bom lembrar que Joana Amaral Dias foi ostracizada dentro do partido, depois de tomar posições contrárias a Francisco Louçã. (http://aeiou.expresso.pt/-as-outras-leis-da-rolha=f571334)

Estatutos do PS
Artigo 94º
(Das sanções disciplinares)

1. Os membros do Partido estão sujeitos à disciplina partidária, podendo ser-lhes aplicadas as seguintes sanções:

a. Advertência;
b. Censura;
c. Suspensão até um ano;
d. Expulsão.

5. Três advertências equivalem automaticamente a uma pena de suspensão de três meses.
6. A Comissão Nacional de Jurisdição pode converter em pena de expulsão a terceira ou subsequentes penas de suspensão, para o que o processo lhe é obrigatoriamente remetido com os necessários elementos de instrução.
7. Fora do caso previsto no número anterior, a pena de expulsão só pode ser aplicada por falta grave, nomeadamente o desrespeito aos princípios programáticos e à linha política do Partido, a inobservância dos Estatutos e Regulamentos e das decisões dos seus órgãos, a violação de compromissos assumidos e em geral a conduta que acarrete sério prejuízo ao prestígio e ao bom nome do Partido.
8. Considera-se igualmente falta grave a que consiste em integrar ou apoiar expressamente listas contrárias à orientação definida pelos órgãos competentes do Partido, inclusivé nos actos eleitorais em que o PS não se faça representar.

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